No passado, disse que era possível dizer não a Florentino Pérez. Desta vez, será difícil dizer-lhe não a um regresso ao Real Madrid? “Depende da proposta e do queiram de mim. Não estamos a falar de um euro a mais ou menos, é da globalidade da proposta, do que querem de mim e se estou em condições de dar e de atingir o que me propõem, do perfil de trabalho que me estão a pedir, mas quero ter, por direito próprio, o meu tempo para conversar, analisar e decidir o melhor para mim, porque no fundo o Benfica é o Benfica e neste momento já não dá para disfarçar o que sinto pelo Benfica. Andei a minha carreira toda a disfarçar, já não dá, mas o Seixal está pronto para atacar títulos”.
Foi um homem de muitos milagres durante a sua carreira. Tem a vontade de tentar o milagre de voltar a devolver títulos ao Benfica? “O problema é que não acredito nesse tipo de milagres. Há milagres de muitos tipos. Quando defini isso como milagre… há coisas que são maiores do que nós e que não chegam”.
Mensagem aos adeptos: “Pedir-lhes que tenham respeito por um grupo que lutou muito, até a exaustão. Lembrei-me hoje do jogo com o Casa Pia em Rio Maior e com o Braga na Taça da Liga como exemplos negativos, que acontecem sempre numa época, em termos de atitude e de predisposição física e mental para se ser Benfica e profissional a 100%. De resto, orgulho tremendo nesta equipa e se calhar até mais do que em equipas onde eu ganhei”:







