Após a derrota por 1-0 frente ao Sporting, Miguel Ribeiro mostrou-se muito crítico em relação à atuação do VAR, chefiado por Vasco Santos, e pediu esclarecimentos à Liga de clubes e à Federação Portuguesa de Futebol
No final do encontro da 22.ª jornada, o presidente da SAD do Famalicão contestou sobretudo o lance do minuto oito, no qual o golo de Ibrahima Ba foi anulado por alegada falta sobre Maxi Araújo. O dirigente defendeu que o videoárbitro não deve “andar de lupa” à procura de motivos para invalidar golos e recordou que a função do VAR é corrigir erros evidentes do árbitro, algo que, na sua opinião, não aconteceu. Acrescentou ainda que o mesmo árbitro de vídeo já tinha estado num jogo dos minhotos na Luz.
Ribeiro apelou também à UEFA e a Roberto Rosetti para analisarem o lance, considerando que a decisão não protege o espetáculo nem o próprio futebol: anulou um golo que, para o Sporting, acabou por ser favorável, mas que não beneficia a modalidade.
Apesar de afirmar que não contesta o resultado final, insistiu que o Conselho de Arbitragem e Pedro Proença devem clarificar definitivamente o papel do VAR, reforçando que a ferramenta deve servir de apoio e não funcionar como um mecanismo minucioso para retirar golos. Alertou ainda para a necessidade de maior articulação entre Federação e Liga, lamentando que o tema se repita semana após semana.
Já Rui Borges, treinador leonino, concordou com a decisão, defendendo que existiu fora de jogo e posterior falta no lance.
Com o triunfo, o Sporting mantém o segundo lugar com 55 pontos, três acima do Benfica e a quatro do líder FC Porto, enquanto o Famalicão segue em sexto, com 32.
«𝗡𝗮̃𝗼 𝗮𝗰𝗿𝗲𝗱𝗶𝘁𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗻𝘂𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗴𝗼𝗹𝗼 𝗮𝗼 𝗦𝗽𝗼𝗿𝘁𝗶𝗻𝗴»
Após o desaire do Famalicão em Alvalade, Miguel Ribeiro, presidente da SAD dos minhotos, deixou críticas à equipa de arbitragem. pic.twitter.com/YlhnefI1ac
— ZEROZERO (@zerozeropt) February 16, 2026










