José Mourinho apresentou uma queixa no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos na sequência das sanções impostas pela Federação Turca de Futebol, quando orientava o Fenerbahçe.
O treinador português José Mourinho apresentou no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) uma queixa contra a Turquia, alegando que o seu direito à liberdade de expressão foi violado quando treinava o Fenerbahçe.
De acordo com o TEDH, José Mourinho apresentou ainda em março de 2025 uma queixa, na qual contesta as sanções que lhe foram impostas no final de 2024 pela Federação Turca de Futebol (TFF), por declarações e comportamentos antidesportivos.
Na ocasião, o conselho de disciplina da TFF impôs um jogo de suspensão ao treinador português e duas multas no valor de 18.000 euros, face ao comportamento para com adeptos de uma equipa adversária e árbitros.
Na queixa ao Tribunal Europeu, Mourinho argumenta que o litígio “não foi resolvido por um tribunal independente e imparcial”, que a decisão da Federação turca nunca lhe foi comunicada e que o seu direito à liberdade de expressão foi violado.
O TEDH considerou que a contestação de Mourinho “é admissível” junto daquele tribunal e já enviou uma série de questões sobre esta matéria à Federação turca.
O treinador, de 63 anos, deixou o Fenerbahçe em agosto do último ano, depois de uma época e pouco, e assinou já em setembro pelo Benfica, que tinha despedido Bruno Lage.
Mourinho tem contrato por mais uma época pelo Benfica, mas já foi assumido pelo presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, que o treinador luso é o escolhido para treinar os “merengues”, quando o clube vai a eleições no domingo. Marco Silva será o sucessor








