André Villas-Boas lançou o forte ataque ao Benfica por causa de Pedro Proença, que na recente visita ao Estádio da Luz ficou na sexta fila do camarote presidencial. «Continuemos com o SL Benfica na versão 2026/2027 ainda sem ‘update’ de software para o segundo clube português com mais títulos em futebol. Depois de negarem à Seleção Nacional a utilização do seu estádio, decidiram reservar ao Presidente da Federação Portuguesa de Futebol a sexta fila a tribuna, após a divulgação não consentida de excertos de conversas privadas que o próprio Pedro Proença classificou com truncados, incompletos e descontextualizados, mas onde o mesmo afirmava ter sido chamado à Polícia Judiciária por diversas vezes no âmbito de processos relacionados com o Benfica e recordava que a instrução dos processos era realizada na Liga Portugal, instituição a que presidia. Que forma tão cruel e desrespeitosa de tratar uma figura institucional da maior relevância», disse, na revista Dragões.
E prosseguiu o seu raciocínio: «Para uma instituição que distribuiu permanentes lições de respeito, o mapa dos lugares da tribuna transformou-se rapidamente num manifesto político. É pena que a renovada eficiência comunicacional, entre instituição e acólitos, não tenha sido mobilizada para esclarecer, com serenidade e transparência, o contexto de tantos processos e episódios que, com uma persistência notável, regressam continuamente à discussão pública. O respeito institucional, afinal, parece depender da conveniência do momento. Contra os aliados da Segunda Circular, porém, a indignação é habitualmente mais discreta, talvez por razões de vizinhança ou pela simples preservação desse histórico entendimento e lugar garantido na primeira fila», adiantou, numa bicada a Frederico Varandas.







