Ana Garcia Martins, mais conhecida como “A Pipoca Mais Doce”, decidiu assumir publicamente a sua posição política a poucas semanas das eleições Presidenciais, marcadas para 8 de fevereiro. A influenciadora digital explicou que tomou esta decisão por considerar que o momento político atual exige clareza e responsabilidade cívica, sublinhando que não encara a política como um campo de rivalidades fixas, mas como um espaço de escolhas conscientes e informadas.
Na reflexão que partilhou com os seguidores, Ana Garcia Martins afastou-se do chamado “clubismo” partidário, revelando que ao longo da vida já votou tanto à direita como à esquerda. Para a criadora de conteúdos, o voto não deve ser encarado como uma fidelidade eterna a um partido, mas sim como uma avaliação contínua das pessoas e dos valores que representam. “Prefiro votar mais em pessoas do que em partidos”, frisou, defendendo que a democracia vive da liberdade de escolha e da mudança.
Foi neste contexto que a influenciadora anunciou a sua adesão a um manifesto subscrito por cerca de 250 personalidades — entre políticos, advogados, académicos e cientistas — de apoio à candidatura de António José Seguro à Presidência da República. Ana Garcia Martins explicou que a decisão surge da convicção de que o antigo líder socialista representa estabilidade institucional e respeito pelos princípios fundamentais do regime democrático.
“Acho que vivemos tempos perigosos”, afirmou, citando diretamente o texto do manifesto que subscreveu. Segundo o documento, António José Seguro é visto como um candidato que não colocará em causa “os valores democráticos e humanistas, nem os direitos, as liberdades e as garantias dos cidadãos”. A tomada de posição de Ana Garcia Martins rapidamente gerou reações nas redes sociais, reacendendo o debate sobre o papel das figuras públicas na política e a importância do envolvimento cívico em momentos decisivos para o país.










