Ventura ‘vaiado’ em Leiria por aproveitamento politico da tempestade Kristin
Num dia em que a campanha ficou inevitavelmente marcada pelo impacto da tempestade Kristin, a passagem de André Ventura pelo centro de Leiria foi curta, mas não sem incidentes.
Num dia em que a campanha ficou inevitavelmente marcada pelo impacto da tempestade Kristin, a passagem de André Ventura pelo centro de Leiria foi curta, mas não sem incidentes. O candidato presidencial foi para “mostrar ao país liderança e proximidade”, assistir à remoção de destroços na cidade e aproveitou para cumprimentar transeuntes e tirar as costumeiras ‘selfies’, mas não escapou de alguns gritos de protestos de cidadãos que o acusaram de “querer aparecer” e de “aproveitamento” da catástrofe.
A chegada de Ventura a Leiria na quinta-feira logo após o mau tempo, que causou quatro mortes e danos severos na região, foi descrita como a chegada da “campanha depois da tempestade”, gerando algum desconforto entre quem lida com os prejuízos. Embora tenha contado com o apoio da estrutura distrital do Chega, Ventura enfrentou manifestações de rejeição com palavras de ordem como “Fascismo Não!” e pedidos para que abandonasse o local.
O candidato presidencial dedicou o dia a atacar o “desaparecimento” do Governo e do Presidente da República, mas não se livrou de ouvir bocas de leirienses e lamentos de aproveitamento político. Durante a visita, Ventura ignorou alguns temas locais específicos, centrando o seu discurso em ataques ao Governo e na exigência de rapidez na atribuição de apoios às vítimas.









