A jornalista Tânia Laranjo tem estado na linha da frente da cobertura das cheias que têm afetado várias regiões do país. Há quase duas semanas consecutivas em reportagem no terreno, a profissional da CMTV revelou que ainda não conseguiu regressar a casa desde que iniciou este trabalho intenso.
“Saí há 13 dias e ainda não voltei a casa”, confessou a jornalista, sublinhando o esforço contínuo exigido pela cobertura de uma situação que tem mobilizado equipas de emergência, autoridades e meios de comunicação social em todo o território nacional.
Ao longo destes dias, Tânia Laranjo tem acompanhado de perto o drama vivido por centenas de famílias afetadas pelas inundações, registando desalojados, prejuízos materiais avultados e operações de resgate em zonas particularmente críticas. A jornalista tem sido presença constante em diretos televisivos, muitas vezes em condições difíceis, marcadas pela chuva persistente, frio e acessos condicionados.
A declaração chamou a atenção nas redes sociais, onde muitos telespectadores deixaram mensagens de apoio, elogiando o profissionalismo e a dedicação demonstrada durante este período exigente. Vários comentários destacam o papel essencial do jornalismo de proximidade em momentos de crise, quando a informação em tempo real pode fazer a diferença.
As cheias continuam a afetar diversas localidades, com as autoridades a manterem alertas ativos e a apelarem à população para que siga as recomendações de segurança. Enquanto isso, jornalistas como Tânia Laranjo permanecem no terreno, garantindo que o país acompanha, em permanência, a evolução da situação.









