Análise ao jogo: “Uma primeira parte em que o Famalicão teve dois lances, em duas transições. Bastante competitivo, intenso a dividir duelos, não tem rigorosamente mais nada. Obrigou-nos com ao bloco médio baixo em alguns momentos com poucos espaços entre linhas, a errar mais do que o habitual e termos de passes ao primeiro toque. Fomos insistindo. Aqui e ali notou-se que falou a referência da área para tomarmos decisões melhores. Na segunda parte, deu Sporting, o Famalicão não criou absolutamente nada. Andámos com posse, criámos várias situações de finalização, temos 15 cantos. Acabámos por fazer golo de um canto, a equipa teve bastante qualidade no rigor nas zonas a atacar. Podíamos ter feito golo antes em alguns lances de bola parada que foram muito bem batidos. A história é essa. Uma equipa sempre à procura do golo, outra a defender bem, bem organizada, com jogadores rápidos e fortes para sair em transições. Foi um bom duelo mas, por tudo o que criámos, fizemos o suficiente para ganhar o jogo”.
Porquê a escolha de Pedro Gonçalves e golo anulado ao Famalicão: “Concordo que foi falta clara e é um lance que precede de um fora de jogo. Nem sequer devia ter existido essa finalização. Depois disso, é falta. O Pote teve que ver com o que tínhamos em jogo. Jogadores que tínhamos disponíveis para aquela posição. Tínhamos o Nel, é certo, o Fotis esteve até à última para ser solução para o jogo. Se tivesse sido, provavelmente teríamos começado com o Nel e teríamos na mesma um homem na área. Não o tendo, gastando o Nel numa fase inicial do jogo, se nos causasse esta dificuldade e quiséssemos fazer algo diferente, iríamos perder a referência porque não tínhamos mais ninguém para o fazer. Tínhamos jogadores móveis, como o Pote, mas seria dentro dessze género e estilo. Mas a equipa foi competente e mérito do adversário em conseguir tirar-nos espaços. Em alguns momentos faltou a referência para conseguirmos ligar melhor e finalizar melhor. Em zonas de cruzamento também houve hesitações claras. Mas é o que é”.










