O caso remonta a novembro de 2025, a uma intervenção de Rui Cristina numa reunião da Assembleia Municipal.
“Eu não vou gastar dinheiro com a etnia cigana quando tenho os albufeirenses com necessidades de casa. Podem chamar-me xenófobo, o que vocês quiserem. Primeiro estamos nós, que pagamos impostos e que temos necessidades e depois estão estas comunidades”, afirmou o autarca eleito pelo Chega.
A intervenção foi feita a propósito de um terreno na zona do Escarpão. Na altura, vários deputados municipais manifestaram-se publicamente contra estas declarações, mas foi uma deputada municipal do PSD a comunicar a situação ao Ministério Público.
Helena Palhota chegou a pedir, numa reunião subsequente, que a ata fosse enviada para o MP, pedido que foi recusado. Fez, por isso, uma participação ao Ministério Público para que a situação fosse averiguada.
Esta quarta-feira, elementos da Judiciária de Évora deslocaram-se pelas 9h50 para efetuar buscas na autarquia.








