A pouco mais de três meses de deixar a Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa deixa uma boa impressão dos seus dez anos em Belém.
Dois terços dos inquiridos na sondagem do ICS (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) e do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) para a SIC e Expresso consideram que os seus mandatos foram “positivos” ou mesmo “muito positivos”.
Ainda assim, há 30% que têm opinião contrária.
Já a pensar no futuro, as comparações são inevitáveis: 67% entendem que o próximo Presidente deve intervir mais do que Marcelo fez ao longo destes dez anos.
Ainda assim, 1/4 dos inquiridos não vê mal em que o grau de intervenção seja idêntico e só 6% consideram que deve envolver-se menos do que o atual chefe de Estado.
Em primeiro lugar, o que os inquiridos esperam é que o próximo Presidente tenha uma visão para o país e saiba representar Portugal.
Ser próximo dos portugueses é uma qualidade mas nem por isso tão importante.
As funções presidenciais que consideram como as mais importantes são: obrigar o Governo a agir e fiscalizar o Executivo.










