Como seria de esperar, o nome de Liliana dominou a conversa, gerando visões antagónicas sobre o seu papel na casa. Jéssica Vieira foi a primeira a lançar o debate, admitindo ter sentimentos contraditórios em relação à concorrente, “Dá-me um mixed feeling. Acho que ela é muito boa jogadora, está em todo o lado e merece chegar à final, sim. Mas, a nível de valores, a rapariga é tóxica a nível máximo. Ela respira toxicidade”, atirou a ex-concorrente do BB Verão.
Para Jéssica, esta faceta é particularmente visível na dinâmica com Fábio, “Tu não vês a pressão que ela faz com o Fábio? Se ele não disser de minuto a minuto que gosta dela, ela já não quer”, exemplificou.
Gonçalo Quinaz discordou da análise que coloca todo o ónus em Liliana, chamando Fábio à responsabilidade, “Eu não posso só responsabilizar a Liliana por isto. O Fábio não é nenhuma criança, é um homem e tem de marcar uma posição. Se ele não se manifesta, a culpa acaba também por ser dele”, argumentou o comentador.
Mais do que isso, Quinaz não poupou elogios à prestação da concorrente, elevando-a a um patamar de destaque histórico, “Para mim, desde o início, é a melhor concorrente da casa. Não é perfeita, mas é uma concorrente que daqui a dois, três ou quatro anos, ninguém vai esquecer”, vaticinou.
Renata Reis alinhou numa posição intermédia, reconhecendo Liliana como uma “protagonista” que se entrega de “corpo e alma”, embora tenha confessado não se identificar com os valores demonstrados no início do programa, “Chateia a cabeça ao Fábio, ele já estava fartinho dela”, observou.
A rematar, Cláudio Ramos relembra, “Há um novo Secret Story que vai chegar em 2026. Se quiserem, podem inscrever-se ainda. O prémio muda vidas e dá oportunidades”.









