À medida que o caso de Maria Custódia Amaral continua a ser investigado, surgem novos elementos que mudam o rumo da história.
O detido, apontado como responsável pelo homicídio da agente imobiliária e filha da atriz Delfina Cruz, não será um desconhecido, mas sim um antigo companheiro com quem Maria tinha mantido laços ao longo dos anos. Segundo apurado, o homem continuava a fazer parte da vida da vítima, ainda que de forma discreta.
De acordo com informações avançadas pela FLASH!, o suspeito viveu no passado uma relação com Maria Custódia, vínculo que nunca recebeu o total apoio do círculo familiar. Ainda que esse namoro tivesse terminado, a comunicação entre ambos continuava a existir. “Não eram namorados, aliás, este homem teria também uma namorada, mas havia uma comunicação entre os dois ocasional”, revelou uma fonte ao site, descrevendo uma ligação que parecia nunca ter sido inteiramente cortada.
Fontes próximas adiantam que o filho de Maria via essa relação com desconforto, tendo demonstrado oposição à reaproximação. O homem acusado, caracterizado por quem o conhecia como alguém com “um perfil problemático”, seria conhecido por alegadas atitudes ameaçadoras no passado. Apesar de ter admitido a autoria do crime, o próprio assegura que não agiu de forma planeada: “Foi um acidente”, terá afirmado às autoridades, explicando que a morte ocorreu dentro da sua habitação, situada a escassos metros da casa da filha de Delfina Cruz, na Lourinhã.








