António José Seguro vai ficar em primeiro lugar nos boletins. O sorteio que dita a colocação dos candidatos à segunda volta das eleições é um ato público, no Tribunal Constitucional, antes do arranque da campanha. Ou, pelo menos, da oficial.
O foco de André Ventura está já num eleitorado jovem que, em parte, votou em Cotrim Figueiredo.
O encontro que esteve marcado para se realizar na Assembleia da República, até Aguiar Branco não o ter permitido, aconteceu na Junta de freguesia do Lumiar. É lá que o candidato presidencial se lança, contra o adversário, com o discurso anti-socialismo que promete não largar nas próximas duas semanas.
Membros do 1143 ligados ao Chega
Foi revelado, nos últimos dias, que o grupo neonazi 1143 apoia André Ventura e que existem membros – que foram detidos na Operação Irmandade – com ligações ao Chega.
Em entrevista à RTP, Ventura não gostou de perguntas sobre o assunto. Negou conhecer os militantes e disse que o Chega é pela segurança e contra a violência. Recusou ainda a ideia da eleição ser de um democrata contra um “anti-democrata”.
“A conversa do extremismo é a palhaçada habitual. Isto é puro ódio contra mim. A estratégia é todos juntos contra mim”, afirma o candidato.
CDS não vai apoiar ninguém
António José Seguro tem o apoio do Livre, formalizado na manhã desta quinta-feira. O partido decidiu por unanimidade a indicação que Jorge Pinto deixara na noite eleitoral.
O CDS decidiu não apoiar ninguém, com a máxima de que combate o socialismo e rejeita o populismo – apesar de nomes do partido terem já declarado um apoio a Seguro.
Na segunda volta, volta a haver voto antecipado em mobilidade, no dia 1 de fevereiro.






