O Sporting arrancou, este sábado, a Liga Betclic com um empate diante do E. Amadora (2-2). Após o apito final, Rui Borges analisou a exibição da sua equipa, que esteve a ganhar por 2-0 até aos 72 minutos e acabou por desperdiçar essa vantagem.
“Acabámos por sair penalizados com dois erros. Tivemos 72 minutos muito bons, uma 1.ª parte que dominámos e controlámos com qualidade. O relvado muito mau. Mas fomos conseguindo mandar no jogo, acima de tudo, criando algumas situações. Entrámos muito bem na 2.ª parte e até aos 70 minutos… Mais do que robustez queríamos dar frescura, e foi quando caímos em termos coletivos. E isso não pode acontecer. Tem de servir de aviso para todos, temos que dar muito mais. Saber sofrer em alguns momentos, por mais que sejamos Sporting. Campo difícil que não ajuda, mas tínhamos de ser muito mais competitivos nos últimos 20 minutos”, começou por referir, em ‘flash’ à Sport TV.
A equipa quebrou fisicamente no fim? “Acho que não tem muito a ver com a quebra. Quando o Estrela cresce, fazemos quase as cinco substituições. Fisicamente estamos muito bem e mostrámos isso. Temos é de ser mais equilibrados e competitivos. E quando a equipa estava fresca, tínhamos de dar muito mais. E temos de dar muito mais, estamos no Sporting. E que sirva de aviso para todos. Chegar a um grande clube exige dar ainda mais do que temos para dar”.
O Rui usa muito a expressão ‘estar ligado’… “O Quaresma faz um belíssimo jogo e acaba por ter um erro ali… Já tinha acontecido com o Inácio na 1.ª parte. Temos de desconfiar sempre e não podemos entrar em comportamentos de facilitismo. O Quaresma fez um grande jogo e acaba por manchar a exibição naquele momento”.
Foi a despedida do Diomande? “Para já é jogador do Sporting. É isso que posso dizer”.










