Lara, de oito anos, foi enganada e assassinada pela madrasta. Eulália Silva confessou que agiu por vingança e que planeou a morta da criança após ter visto o namorado a bater no seu filho. Para além disso, alegou que era vítima de violência doméstica.
Em depoimento, a mulher de 48 anos contou ainda como é que matou a menina e ainda onde deixou o corpo.
O funeral da criança realiza-se este sábado, 20 de junho, pelas 18 horas. O velório, cerimónia que antecede, acontece na Casa Mortuária de Friões, onde o corpo foi colocado em câmara ardente a partir das 18 horas de sexta-feira, 19.
Um repórter da CMTV esteve presente no local e descreveu o ambiente e também o estado de espírito de Carlos Barreira, pai da menina.
“Quando o caixão surgiu, naturalmente, surgiram também as lágrimas, os gritos, o desespero, sobretudo do pai”, afirmou.
“O pai gritou ‘tiraram-me o chão’. A partir desse momento, houve um sentimento de profunda tristeza generalizado”, referiu ainda.
Em homenagem à filha, Carlos vestiu uma camisa cor-de-rosa, a cor preferida de Lara.










