O Sport Lisboa e Benfica anunciou, a 17 de fevereiro de 2026, o corte total de relações institucionais com o grupo MediaLivre (detentor da CMTV e do Correio da Manhã). A decisão surge no auge de uma nova polémica envolvendo alegadas agressões e ameaças de um assessor do clube a um jornalista, num caso que tem dominado a atualidade desportiva e motivado duras críticas de comentadores, incluindo Vítor Pinto, subdiretor do jornal Record.
A polémica estalou após a CMTV denunciar que o seu jornalista, Gustavo Lourenço, foi alvo de agressão e ameaças por parte de Gonçalo Guimarães, assessor do Benfica, durante uma sessão de treino. Segundo as imagens e relatos divulgados, o assessor terá questionado o repórter sobre tentativas de falar com jogadores e, perante a confrontação, terá afirmado que voltaria a bater-lhe “as vezes que forem necessárias”.
O jornalista e comentador Vítor Pinto tem sido uma das vozes mais críticas em relação à postura do clube da Luz. Em intervenções recentes (fevereiro de 2026), Pinto sugeriu que, enquanto rivais como Sporting e FC Porto se focam na competição, o Benfica parece mais empenhado em “branquear” episódios de violência ou intimidação.
Pinto destacou a eficácia do “corpo jurídico” do Benfica em levantar dúvidas sobre incidentes mediáticos, como aconteceu na defesa de Bruno Lage perante queixas do Sporting, referindo que a estrutura do clube é ágil a desviar o foco de comportamentos disciplinares graves.










