O trágico acidente que vitimou o internacional português Diogo Jota e o irmão André Silva, na madrugada desta quinta-feira, na autoestrada A52, na região de Zamora, Espanha, abriu uma investigação rigorosa por parte das autoridades espanholas.
Segundo nos foi possível apurar, numa primeira instância, a polícia não sabia quantas pessoas seguiam dentro do carro, que carro é que era, muito menos a identidade dos passageiros. Só foi possível avançar com a investigação, depois de identificarem a matrícula do carro.
Após terem identificado a matrícula, as autoridades foram ao registo geral das matrículas, que seria uma matrícula inglesa, tendo contactado o dono oficial do automóvel, uma vez que era alugado e só depois é que conseguiram identificar os passageiros.
O impacto violento do acidente ficou evidente no local, onde os destroços do veículo ficaram espalhados por vários metros da estrada, conforme noticiado pela imprensa espanhola.
Ao que tudo indica, o acidente deu-se na sequência de um problema numa roda, que resultou no rebentamento de um pneu, onde terão perdido o controlo da viatura. Ainda segundo fontes do governo espanhol, o “excesso de velocidade” contribuiu ainda para o despiste fatal.
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